Acredita no amor?

Sabemos que num relacionamento amoroso nem tudo são rosas e nem tudo são espinhos. Mas já parou para pensar quais são as crenças que foi alimentando acerca do amor, dos compromissos e sobre a sua/seu parceiro?

As crenças que alimentamos na nossa mente vão condicionar a forma como nos relacionamos. Muitas dessas crenças foram construídas muito subtilmente durante anos e a maioria estão relacionadas com o meio onde crescemos. No entanto, enquanto adultos e conscientes da necessidade de aprimorarmos o ser que somos, podemos alterar estas crenças, que de certa forma limitam as relações que estabelecemos. Libertos de tais amarras experienciámos o amor com maior profundidade.

Mas seja preventivo se você espera envolver-se com uma pessoa com a qual está propenso a ficar insatisfeito. Nos primeiros 3 minutos conseguimos intuir se a pessoa corresponde minimamente ao que desejamos encontrar num parceiro. Se a dúvida é maior do que a certeza avalie se vale a pena continuar a marcar encontros.

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Não caia na falsa expectativa que mais tarde ajudará a pessoa a mudar! Lembre-se que nós não mudamos o outro! Nós podemos é mudar a maneira como nos relacionamos com a pessoa e daí talvez o outro sinta necessidade em mudar. Tenha em conta que muitas vezes, o que sentimos que a pessoa devia mudar é apenas um desejo nosso e não do próprio.

Para se libertar das crenças limitadoras e construir um pensamento que o levará a uma relação amorosa satisfatória, responda conscientemente a estas perguntas:

– Não acredita ser possível amar e ser amado? Que provas você tem de que isso é totalmente verdade?

– Como você descreveria a relação amorosa que realmente deseja ter?

– Que coisas específicas pode trabalhar dentro de si mesmo que iria ajudá-lo a alinhar com esta nova realidade?

Talvez tenha chegado à conclusão de que afinal até seja possível amar e ser amado…

Sempre que a dúvida surja não fuja. Recorra a um questionamento racional e para cada vulnerabilidade procure e explore uma potencialidade dentro de si.

Texto: Patrícia Moreira

Foto: pesquisa Google