Preguiça – inimiga da autoconfiança

Conhecida também por moleza e inatividade, a preguiça consegue instalar-se e permanecer, qual inimigo camuflado. Surgindo naturalmente, sem restrição de idade é considerado um desvio à conduta.

Afetado pelo cansaço, o ser humano descansa como forma de retemperar forças. No entanto quando o descanso é demasiado comodo, deixa de ser conforto e passa para um estado de desligamento e afastamento das atividades profícuas e construtoras de um próspero futuro.

Deixando de apostar em si, o individuo sente-se cada vez mais inativo e surgem os conflitos psicológicos, com ideias de desvalorização e culpa. Os pensamentos negativos tomam conta do seu processo cognitivo de tal forma que deixa de acreditar em si mesmo, deixando de aceitar a própria conduta. É frequente afasta-se dos outros, existindo um retraimento social, sentindo-se muitas das vezes vitima de um sistema que o exclui. A preguiça quando prolongada pode desencadear perturbação depressiva e distúrbios de comportamento com marcada ansiedade.

Grande parte das vezes o individuo tem noção do seu estado e ocorre o “despertar terapêutico” em que reflete sobre a inutilidade que o envolve e a falta de sentido que este seu estado representa.

Na eventualidade de cair neste estado, tenha a noção que o esforço compensa. Saia do conforto do seu lar e procure a convivência salutar. Entregue-se à leitura de qualidade e faça exercício físico. Aposte em si, nas suas capacidades e pouco a pouco sacuda a inercia instalada.

Cuide de si!

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